ARCHAI PERSONAE : THIAGO CARVALHO FERNANDES
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8.7.09



oceans and rivers
the businesses of death
any questions?
violence is a necessary evil
the mastering of sefl deprecation through self appreciation
new starts for better





6.7.09

(the debt) sometimes you just have to let it all out embrace the debt and share them dividends options are endless, but the roads do get somewhere let's wait and see where this one ends it's time to take this co-op and turn it into real estate then you come - on your fall: pillars of life breaking down, find the answer in your reflection before it's all too late face the failure - you won't stall: you won't lose your crown then you can turn back and run away again dress you feet in leather and run twenty miles per day until you reach the top of the next mountain and the sky that tells you to find back your way your way back home, on this road you'll walk alone your way back home, on this road you'll travel some

5.7.09

idéias, ideías, idéias.

jesus, me ajuda.

2.4.09

hoje é meu aniversário.

















e eu não me sinto nada especial.

1.4.09

a tearoom invitation

a quiet man, there he stands underneath a tree
in a timeless endless autumn afternoon
comes the stranger, looking room for some tea
questions adavantage and sizes of this suitable groom

with a look, a hushed smile on the corner of his mouth
the other man rejoices within his cold empty stare
gives the hint that it is hard and long down south
"but only for the right amount of money - your hands will find its way down there"

2.3.09

1.3.09



24.2.09

time will do the talking, years will do the walking
- patty griffin.

19.2.09


o calor não passa. o cinza no céu não garante alívio nenhum.

16.2.09

13.2.09



364 dias. e contando.

12.2.09




"... and some are born to be mothers..."



10.2.09

9.2.09

no creo en casi nada que no salga del corazón
- fito paez, nuevo.

7.2.09

acho que meu subconsciente entrou na linha "ok, vamos fazer você sonhar sobre todas as pessoas que já não fazem mais parte da sua vida só para fazer com que você se sinta mal ao acordar"


o consciente agradece pela sabotagem, beijos.






6.2.09



(...) by image-formation, imortalization in terms of photography (or Photo-graphie: picutres but also narratives) (...)


3.2.09

three steps into the empty room
you know she is inside there
you saw it in your dream before

three steps inside plain gloom
you know she awaits your scare
you knew what it was meant for


she's gonna steal your soul.

she's gonna steal your soul.

she's gonna steal your soul.


eu ando tão cansado de digitar que me canso até de pensar em algo para postar por aqui.

27.1.09

13.1.09

advinha.

serio, preferia ser a Amanda. quando foi que me tornei chato e certinho all-the-fucking-time....



não posso dizer que não gostaria muito se a cara autora desta cançoneta também fosse...


11.1.09

and i ask you: why do you keep sabotaging something that is so good...

9.1.09

the grounds of Seth

grey skies, grey skies in motherland, motherland
home is where i rest my head to sleep everyday
buildings and houses that make up limits for the empty
what happens to those limits when the rain wash 'em away...

and all the lonely people where to they belong
lost among neurosis and psychiatrists and feeling doped

paperwork and the businesses of death
pick up coffins and roses for your beloved ones
we'll bury them on the cement grounds of Seth
instead of letting the earth welcome them back

and all the ones we deny the right to have a life
will they ever claim out for what wasnt coped

as dark as the smoke filling up my lungs
i see a look of sudden emptiness in their eyes
two seconds that can change you and me
when a bullet flies a heart stops and a mother dies

and all the ones that forgot what human was about
do they ever forget about what they once hoped

8.1.09



a room for rhyme

some words mean so much in such a small time frame
what does it mean if the meaning isn't quoted from within
some words are relentlessly put away to sleep in shame
no one wants to carry a big "fat", everyone wants a small "thin"

language and rhymes and bills and dimes
we predict futures through our television sets
cars and streets and smoke and greets
citizens walking as their forehead wets

some senses are sensitive enough to be mine and yours
so we sit on our chairs and battle with our eyes
no words are said in this arena, no detours
the smell of our skins will dictate our allies

empty and big and full and small
we predict futures through our television sets
history and past and forgotten and present
soldiers marching as their forehead wets


7.1.09

primeiro você começa o dia pensando: hm, é hoje que compro aquela mesa de computador nova. e daí você sai de casa se sentindo radiante porque sabe que vai comprar algo que quer há bastante tempo e que vai deixar o seu quarto com cara de habitat seguro em vez de "pocilga do ano".

então você vai e faz suas obrigaçãoes de trabalho, e parte para a loja. chega no local, encantado com a variedade e o ótimo atendimento. sorri internamente ao dizer que o pagamento será à vista e se sente uma pequena parte do universo que importa dentro do capitalismo.

depois você paga pelos produtos que comprou com um sorriso enorme no rosto e parte para o departamento de entrega. chegando lá, o funcionário pergunta: onde está seu caro/ e você rersponde, não, irei de táxi. ele sorri e diz: acho que não, pois o móvel mede tanto e tanto, e não caberá no táxi. então bate o desespero, e o chão se abre em milhares de buracos negros, e você vai até o ponto de táxi (quantos táxis) e simplesmente ninguém aceita te levar.

really.

daí, de volta à loja o funcionário liga para um tele taxi, e você especifica um carro GRANDE e eles mandam um carro IGUAL aos que estão no ponto, ou seja... não cabe. desespero, nuvens, raios, trovões e o funcionário diz> olha, tem esse cara assim assado ali na esquina que faz frete. ok, você voa para o lugar (nao sem antes tentar ver se consegue achar um táxi doblô inutilmente) e ok, se entrega à kombi verede caindo aos pedaços e entra num bar para perguntar se alguém sabe quem dirige aquela merda.

daí o papo sobre a madonna tocando siririca no palco acaba (juro, achei que só bicha falava disso, mas ok) e um deles se prontifica em ligar para a criatura que tinha saído para almoçar por você. agradecimentos dados, chega a figura e ok, estamos num filme de terror. voltamos à loja e todo e qualquer glamour que houve na compra automaticamente se acaba com a visão daquela kombi escancalhada recebendo sua encomenda.

dentro da kombi, você diz que precisa ir ao banco para pegar o dinheiro necessário e o motorista diz de uma jeito mutio safado: para ir onde vc quer, precisa me dar mais vinte reais. você girta PUTA MERDA VINTE REAIS e engole, vai ao caixa e pega o dinheiro, viaja metade da cidade em uma kombi que pode abrir a porta a qualquer momento e significar sua morte imediata enquanto a sua mercadoria fica dançando lá atrás.

chegando em casa, descarrega-se tudo, você paga a pessoa sem nem olhar na cara e faz um gesto de SOME e vai colocar tudo no lugar. não tem almoço, que beleza e eu com fome. o cunhado vem te ajudar e sem ele, sério, você ia terminar só em 2010, e pronto, termina-se tudo. e limpa limpa limpa bagunça, arruma fio, arruma aquilo, arruma isso e a sua tia diz: ai, do jeito que você é cuidadoso isso vai sujar em uma semana e você rersponde> NÃO TEM NENHUM COMENTÁRIO POSITIVO PARA FAZER/ OBRIGADO e desmonta ela eu depois vem puxar seu saco descaradamente.

sua avó sai e compra um salgado para você comer porque hello, azul de fome enquanto todos imaginam QUANTO foi gasto na bendita mesa. me sento, escrevo isto e me sinto realizadamnete realizado e redundantemente redundado. beijos, me liguem e jesus que perdoe aquela criatura porque eu PERDI 60 REAIS NA BRINCADEIRA, beijos.

6.1.09

29.12.08


28.12.08

no escuro sons voam para todos os lados
fonéticas trepam feito loucas desvairadas em lsd
enquanto sons difundem-se pelas quatro paredes de meu quarto.



será que sou um provocateur/ ou será que ao menos tenho a alma para sê-lo. eu não sei. quero loas, quero flatter, quero que o mundo saiba que eu sou genial. mas então por que dibaos não consigo come across com simples ideais/ merda sobre merda. toda vez que tento compor algo que possa ser mais -acessivel- aos ouvidos do grande público, me encontro preso em um maeranhado de barulhos e soundscapes que infidávelmente me gradam muito mais que qualquer 3 minute pop deviance, mas cotninuando assim, serei conhecido algum dia/ gente, será que tudo que faço não será notado por ninguém NUNCA/


que medo.

25.12.08

the fall

there is a pathway to descend
into the memories that are locked away
but you can't try to save and mend
the things you so easily broke yesterday

read my lips: they tell you a story
watchclosely, mirrored one before you stray
diverge from the ones you want only the glory
and avoid the pain that comes in the way

it is a holy fall, my own downward spiral
don't you know the value of ignorance
embrace the shadow and welcome the viral

forget then the virtues, put them aside
who says there's no warmth in darkness
never made a nest in it when to hide

fall...
fall...
fall...
fall.

24.12.08

1.depois de algum tempo parado, me encontro novamente bgrincando com meus samples e texturas. dessa vez com alguma ajuda externa, o que faz com que tudo fique um pouco mais participativo. mas ainda não sei se devo seguri em frente, ou deixar essa uma faixa terminada ser apenas algo à parte do que ainda está por vir. porque dessa vez queria algo mais orgânico, gravar com instrumentos de verdade, e não deixar o computador fazer todo o trabalho sujo. quer dizer, quem ordena e coordena as coisas sou eu, deixamos isso bem claro. mas me sinto mal em roubar samples de outras pessoas. ainda bem que elas nunca saberão... bem, seria esse o incio do volume 3 das aventuras desconhecidas de fernn/ veremos...

2.além disto, hoje é natal e eu tinha resolvido que ia sair para beber. mas acontece que estar longe do meu namorado já me deixa cabreiro e ele estar ainda mais inseguro por eu sair sozinho na noite de natal já me deixa com os dois pés atrás. além disso, chove e estou com uma dor de cabeça incrívelmente chata e então... deixa para lá. creio que no ano novo seja much more fun anyway, então o beco *(que não é o diagonal) me espera por lá

3.tem gente que me disse que só gosta de mim quando está bêbado. que bom, então porque eu tenho alguém que gosta de mim 100% sóbrio. engole essa e coloca na conta porque dessa vez a gente fica só no refrigerante.

22.12.08

sonhos que não me deixam em paz. personagens conhecidos, locais novos. sempre uma situação adversa, sempre o mesmo fim. a presença dela me deixa mais calmo, me faz sentir que dentro de im ainda há um pedação de esperança que não se acaba tão facilmente. ao mesmo tempo, quando acordo, tudo é saudade. se tivesse tempo de lhe dizer adeus, se tivesse um momento para pensar na separação, será que a vontade de rever e reaver seria menor... eu não sei. escolhas, escolhas. olho para frente, fotografias em meu bolso que precisam ser queimadas. nada dele quero em minha vida, muito menos a lembrança. quando penso, seu rosto se enconbre em borrões distintos e agradeço por não ter de vê-lo. onde ele está eu posso imaginar, mas não tenho a menor intenção em algum dia ajudar. que apodreça, que sofra, que seu castigo seja o esquecimento.

17.12.08

ler as avaneturas sexuais do seu namorado antes de você aparecer pelo blog dele é...


( ) sacal

( ) sacal, chato e desnecessário

( ) sacal, chato e desnecessário com pitadas de imaginar o que ele faz na cama com você sendo feito na cama com a outra pessoa

(X) sacal, chato e desnecessário com pitadas de imaginar o que ele faz na cama com você sendo feito na cama com a outra pessoa e cansativamente desestimulante de ler o blog dele tipo ever again, entre outras coisas e várias mini-vomitadas na própria boca.


BEIJOS.


a tristeza e a solitária (um ensaio ficcional)

tão rápido. tão estranho. coloquei a mão em minha testa e senti um fogo vindo de dentro de mim. minhas coxas, meus seios, minha pele. quem poderia ser esta pessoa que me persegue, me encanta, me enalta, me deixa ludibriada e foge para os confins de outro eu... sabe quando tudo serve da mesma maneira que um grande nada. eu acho que sim, eu creio que não. eu não me importo, te quero como cada vez mais quis uma febre, uma paixão, uma chama, um nada, um tapa na cara. me encontro entre eu e o horizonte, e todos aqueles que passaram, e p a s s a r a m, e se foram. os fantasmas asosmbram mas nunca apagam o brilho daquela luz no fim do túnel.

quem sou neste novo eu, quem é este você que tira de mim tudo aquilo que nunca achei que poderia dar. sou uma nova versão de mim, graças à você, tristeza. te dou toda minha vazão, todo meu sentimento, me abro em desespero a ti, em noites quentes e úmidas, me abraço e me recolho em minha condição caótica de viver sempre sozinha. mantras, rezas, noites em vão, café e televisão. me encontro aqui, sempre contigo, vestida solenemente para me acolher. a tristeza é a única que me abraça com o cheiro do colo de mãe. a única que acalenta meus dedos entre minhas pernas sem censura, sem temeridade em me auto-afirmar mulher.


15.12.08

cada vez que penso que minha mente está prestes a esquecer dela, em meus sonhos ela reaparece viva como nunca. um dia estaremos juntos novamente, eu sei.

11.12.08


face value, parts 1-10












oi, rs.

9.12.08

8.12.08




Eu e Andréa Brächer, momentos antes da vernissagem da exposição "Lilith", da qual participei da produção. Poucas pessoas me fazem orgulhoso de trabalhar com, e ela certamente é uma delas. Confira o blog dela aqui. A exposição continua até o dia 04 de janeiro, na galeria Iberê Camargo da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre. ;]

7.12.08



é como se tivesse dez anos de novo. e eu achava que nunca sentiria essa paz novamente
.

5.12.08

.

vazio.

1.12.08

eu quero fazer a diferença. quero deixar alguma marca no mundo que me rodeia. não quero ser venerado, apenas considerado. lembre-se de mim, depois me esqueça. que minha voz e minhas palavras sejam outdoors da minha consciência nesta poluída megalópole de sentimentos e metáforas. figuras de linguagem. metalinguagem. roteiros em abismo: completem-me.

me sinto falso, me sinto verdade. me expresso conforme sinto que há algo a ser expressado. que bem há na verborragia simples e direta se a ela ninguém presta atenção? falar quando se deve falar, porque se tem algo a ser dito. vem vai vai vem sobre desce noite dia espero espero espero ali logo ali na esquina uma sensação de plenitude caminha em minha direção. fugirei não, pois já fugi por muitas vezes antes. o que devo fazer é encarar e me jogar de frente contra esta onda, este trend, este hype novo de ser. meu cabelo, minhas unhas, meus fluídos e minhas vontades se unem em um único objetivo.

all is full of love.

29.11.08

calafros. pelo corpo todo.

27.11.08

estava eu hoje no ônibus a caminho de meu trabalho, e o celular de um rapaz que estava à minha frente toca. eu, no meu mau humor genérico, já rolei os olhos nas suas órbitas, me sentindo, feio, sujo e mal vestido. eis que ele atende o celular, e começa a conversar com alçguém que obviamnete não sei quem era, mas eis que, de repente, ele me solta esta frase:


eu já acordo todos os dias com saudades.


naquele exato momento, eu pedi para morrer dez vezes e ressuscitar mais cem, porque aquela pessoa sabia exatamente como me sinto todos os dias. e eu que nem dava a mínima para ele, passei a respeitá-lo profundamente.

25.11.08











24.11.08

im not perfect but im perfect for you, já dizia grace jones.